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Deixando todo embaraço

A vida é uma grande maratona, uma competição constante, que para ser vitoriosa requer sabedoria nessa trajetória. Atletas em provas de rua ilustram bem como devemos viver. Assim como eles não devem se importar com a plateia, com o longo percurso e até mesmo com os demais competidores, nós também só cumpriremos bem o nosso papel se tivermos lucidez para afastar obstáculos.

Desde que nascemos, somos moldados pelo caminho que trilhamos. Somos causa e efeito desse meio. É o poder de escolha que nos difere das outras espécies. Temos uma relativa e importante liberdade de selecionar eventos que nos acompanham em nosso percurso.

Não corremos sós. Conosco, estão seis bilhões de almas, um mundo de situações. Mais perto, algumas centenas ou milhares. Dividindo a vida real mesmo, algumas dezenas ou unidades. Mas, de todos recebemos influência. Direta ou indireta. Casual ou  contínua. Pessoal ou institucional. Em termos práticos, encontraremos em nossa jornada situações que nos ajudam e outras que apenas atrapalham. Se pudermos, livremo-nos destas.

Nossa vida é limitada, sabemos. Esquecendo anos bissextos, durando um século, o homem viverá apenas 36.500 dias. Próximo de completar 47 anos, já vivi cerca de 17 mil, uma boa fatia. Mas isso é relativo. Michael Jackson não chegou à metade da melhor estimativa. Por esse prisma, a vida é agora. Portanto, obstáculos devem ser removidos depressa. Representam séria ameaça.

Nem sempre obstáculos são maus em si mesmos. Podem ser prejudiciais tão-somente porque não se encaixam em nosso projeto de vida. Por exemplo, não admito exercer mandatos políticos. Uma, porque políticos pensam pelo partido. Duas, porque gastam horas em intermináveis reuniões. Só seria político se eu pudesse ser livre para exercer minha consciência, se não tivesse de prestar contas a partidos, se tivesse chance de aprovar projetos, independentemente disto ou daquilo. Logo, para mim, mandato político é obstáculo no caminho da vida. Que devo fazer? Passar ao largo.

Há alguns anos fui nomeado professor de Direito Penal na UFPA. Enfrentara um concurso difícil para o cargo de carreira. Porém, a realidade da sala de aula era bem diferente do que havia imaginado. Não bastasse o salário irrisório, ter de chegar às 7h00 no campus, eu era obrigado a varar madrugadas corrigindo provas e preparando planos de aula. Resultado: um grande título, mas um homem estressado, sem tempo de orar ou ler a Bíblia, sem tempo de escrever. Que fiz? Avaliando o caminho que andava, encontrei um obstáculo que deveria ser removido: pedi exoneração. Alguns colegas temporários até hoje não me perdoam.

Semana passada, livrei-me de outro obstáculo: a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB. Inscrito há poucos anos nos quadros dessa instituição, não contabilizei nenhum resultado positivo. Nunca recebi uma carta de incentivo pastoral. Em vão, gastei recurso, tempo e energia. Até adoeci pela insalubridade espiritual das reuniões que participei. Por isso, pedi meu desligamento em caráter irrevogável e irretratável. Para ser pastor, não preciso de títulos: basta-me a vocação de Deus. Basta-me o registro no Céu e a presença de Cristo na Terra. Eis o verdadeiro poder!

Precisamos nos livrar de obstáculos no caminho da vida, mesmo daqueles que aparentemente são inofensivos. Se de algum modo nos impedem de seguir os planos de Deus, se representam fardos, não tenhamos medo de abandoná-los ao longo da estrada. Não servem. Atrapalham.

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